Ads Top

Galeria de Artes de Nilópolis recebe 1,2 mil pessoas

Mais de 1,2 mil pessoas. Esse é o número estimado de visitantes à exposição “Africanidades na Baixada Fluminense - Contribuição do Negro na Formação da Identidade Brasileira”, mostra que está marcando a abertura da primeira Galeria de Artes Pública da região. Inaugurado na sede da Prefeitura Municipal de Nilópolis no último dia 21, o espaço associado a qualidade e importância do acervo exposto fez o município ser notícia inclusive em outros países através da internet. “A região ganhou uma galeria que não fica a dever nada a qualquer outra e marcar a abertura com uma exposição que reúne gravuras, mapas e peças arqueológicas que permitem ao público entender um pouco mais da cultura e da história dos negros rendeu comentários e muitos elogios nas redes so- ciais e a notícia de espalhou de forma surpreendente”, explicou o secretário municipal de Cultura, Augusto Vargas.

Entre os visitantes nessas duas semanas de funcionamento estiveram alunos das redes municipal e particular, historiadores e artistas da região e também familiares do alemão Willy Voigt, um artista plástico que foi um dos maiores empresário da história nilopolitana, que dá nome a galeria.

“É difícil falar da peça mais importante, da preferida. todas têm um valor muito grande e proporcionam uma visão muito abrangente da cultura africana, desfazendo o estigma de que a África é pobre, mostrando um cultura muito rica e que muito contribuiu para a formação da cultura brasileira”, disse Augusto Vargas, ressaltando que apesar de ser uma arte realmente relacionada à religiosidade, o que causa impacto em muitas pessoas, não há como não reconhecer a sua beleza e qualidade.




Explicando que a Galeria de Artes Municipal era uma das prioridades do Plano Municipal de Cultura, que prevê ações para os próximos 10 anos - assim com são a Casa do Artesão e a Usina de Arte - Augusto Vargas já anunciou que a próxima exposição será “A Cerâmica através dos tempos - da Antiguidade até a Atualidade”, com peças egípcias, romanas e de várias outras nacionalidades, planejada em parceria como o Museu da Atualidade Ipharge, que terá curadoria de Nei Sayão. “Teremos o mesmo aspecto inusitado, com objetos nunca expostos na Baixada e complementando com objetos dos alunos da Escola de Artes Plásticas Fayga Ostrower”, adiantou. Ele ainda frisou que o espaço tem total capacidade para receber grandes exposições, lembrando que pode além da parte cultural pode fomentar o turismo e consequentemente a economia.




Nenhum comentário:

E você, o que acha deste tema? Fique a vontade para expressar sua opinião, mas não utilize ofensas nem palavras impróprias, pois seu comentário será removido.

Tecnologia do Blogger.