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Mesmo com dificuldades, Hospital Municipal de Nilópolis, continua atendendo a população

Assim como em todo o município, o prefeito de Nilópolis, Farid Abrão, também encontrou problemas no Hospital Municipal Juscelino Kubitschek.

Nesta quinta-feira (05), a Prefeitura de Nilópolis, convidou jornalistas e representantes das mídias sociais para visitar as instalações e verificar de perto a realidade encontrada pelo prefeito Farid Abrão.

Fachada escondia problemas

A fachada limpa e iluminada com leds engana quem vê de fora o HMJK. A realidade no interior em nada se parece com o glamour divulgado pela antiga gestão. Mesmo tendo apenas um andar, dos cinco previstos, em funcionamento, o ex-prefeito Alessandro Calazans, inaugurou o HMJK com equipamentos retirados da UPA 24h do bairro Cabuís, que se transformou na época em UPA Pediátrica.




Por meio de um acesso, devidamente bloqueado por uma porta trancada, se chega aos demais andares da construção imponente. Em todos os quatro andares restantes, o que se vê, são paredes inacabadas, ainda nos tijolos e com clara demostração de que ainda faltava muita coisa a ser feita antes de se pensar em abrir o Hospital para a população. Até mesmo o abastecimento de água é feito através de carros pipa, pois não há cisternas e nem bombas para levar a água até as duas caixas, que comportam apenas 5 mil litros de água, cada uma, insuficiente para o atendimento a uma unidade do porte do HMJK.

De acordo com o diretor do Hospital, Fábio Borges, mesmo com tantos problemas, o atendimento no HMJK não foi paralisado e desde o dia 1º de janeiro, deste ano, pacientes de quase toda região metropolitana tem procurado a unidade e são atendidos e aqueles mais graves, são transferidos, por meio de uma única ambulância apenas, com a ajuda do Governo do Estado para outras unidades hospitalares. A precariedade no atendimento médico nas cidades que ficam em volta de Nilópolis, fazem o HMJK ser quase uma referência em atendimento na região. "Como não temos internet e faltam alguns equipamentos, estamos até mesmo, impossibilitados de acessar o sistema de regulação, mas mesmo assim, estamos dando um jeito para que consigamos transferir aqueles pacientes mais graves", declarou Fábio Borges.




Segundo a Prefeitura, está sendo feita uma avaliação do estado em que se encontra a unidade e todas as providências necessárias serão tomadas para que o Hospital atenda a população com toda a capacidade. Primeiramente, serão tomadas medidas urgentes para regularizar o abastecimento de energia elétrica, que atualmente é feito apenas por meio de geradores, quando os mesmos, deveriam ser acionados, apenas em caso de queda no abastecimento. Também, será feito um estudo, em caráter de urgência, para a construção de uma cisterna e o aumento da capacidade das caixas de água.



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